quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
A Liberdade e como ela e Utilizada nos Dias Atuais
A Falta de Liberdade que Afeta a Sociedade Moderna:
.FALTA DE LIBERDADE DE IMPRENSA
Nos dias atuais ainda vemos infelizmente a falta de liberdade de imprensa em alguns países, exemplo claro é na Venezuela, em que emissora foram fechadas no mês de janeiro por não ter transmitido um discursso do presidente Hugo Chavez, é revoltante ainda vermos isso nos atuais tempos.
A secretaria de Estado dos EUA, Hillary Clinton comentou na entrevista em uma faculdade Unipalmares, em São Paulo, publicada pelo G1, publicado no dia 03/03/2010, sobre a liberdade de impressa da Venezuela e, ainda comparando a liberdade de imprensa do Brasil e a da Venezuela, com as seguintes palavras: “Hoje em Brasília, aqui nessa universidade, vejo a imprensa livre que tem o Brasil. O presidente Chávez procura coibir a imprensa. Se dizem coisas negativas dele, procura reprimi-la", disse Hillary em São Paulo. "Não é assim que a democracia funciona”.
Na entrevista feita na faculdade na cidade de São Paulo a diplomata criticou o sistema adotado pelo o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, na qual as emissoras do País deve transmitir as entrevista, reportagens, discursos, ou seja, o que for positivo e referente ao atual governo. Referindo ao que aconteceu em janeiro quando algumas transmissoras no país se recusaram a transmitir um discursso do Presidente Hugo Chavez.
É vergonhoso, ainda em pleno século XXI, em que emissoras de televisão não podem decidir o que vão ar, neste caso como foi comentado mundialmente em relação o que aconteceu na Venezuela, em que o presidente do país Hugo Chavez fechou as emissoras de televisão que não exibiram seu discurso, assim coibindo a imprensa.
Ao criticar a falta de liberdade de imprensa na Venezuela, a secretária de Estados dos EUA comparou a liberdade de imprensa da Venezuela com a do Brasil, elogiando a liberdade de imprensa brasileira.
A imprensa possui papel fundamental na sociedade, como por exemplo: esclarecimento de informações quanto a saúde, a educação, política nacional e internacional, notícias de suas cidades, Estados e do País, quanto a saúde, segurança pública, educação e até vagas de trabalho. Quando se fala em Política, o caso fica torna-se mais delicado, porém a imprensa no Brasil possui liberdade em exibir constantes escândalos envolvendo políticos, ou seja, quando dinheiros públicos são desviados de seus verdadeiros fins, na qual poderiam ser investidos na saúde, educação, segurança pública dentre outros.
Deste modo, uma sociedade esclarecida seja através de revista, internet, jornal escrito ou falado, caso possua interesse em reivindicar pelos seus direitos, analisar como o seu governante está administrando, sabe o que está se passando no seu país e não ser manipulada por um governante que decide o que vai ser exibido em um canal de televisão.
Pensamento do Dia
| ( Barão de Montesquieu ) |
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Adicional Instantâneo de Conhecimento
A noção de liberdade, no senso comum, está muito atrelada à ausência de regras. Para muitos, liberdade significa “fazer tudo o que se quiser”, “sem limites”. A filosofia, já por muito tempo, se ocupa da questão da liberdade e, nos últimos tempos, tem nos mostrado cada vez mais que liberdade nada tem a ver com a realização desenfreada das vontades de cada um. Sartre já nos mostrou isso quando colocou o homem como ser livre, condenado à responsabilidade de cada escolha, e que não é responsável somente pela sua restrita individualidade, mas sim perante toda humanidade. Mesmo assim, a filosofia de Sartre parece ainda não nos deixar claro do porque precisarmos de regras. Talvez um dos melhores exemplos para se demonstrar isso esteja na noção de controle social.
Ora, é só falarmos de “controle social”, ou qualquer outro tipo de controle, principalmente envolvendo mídias, que os defensores da “liberdade” já levantam suas bandeiras; para eles, qualquer tipo de controle é restrição da liberdade, é impor regras para restringir as liberdades. Isso não poderia estar mais equivocado, afinal, não pode haver sociabilidade sem controle; como diria John Dewey, “sem regras, não há jogo”.
Georges Gurvitch nos ajuda a esclarecer essa confusão quando, fazendo uma revisão bibliográfica a respeito do controle social, nos aponta para a ambiguidade da palavra “controle”, que tanto pode significar dominação, como também regulação. Sendo assim, o controle social não pode somente ser pensado em sua dimensão perversa, da dominação, mas também como meio de regulação dos jogos sociais. Dentro do controle social estão não só as leis, como a moral, cultura e etc.
Para percebermos isso, não é preciso ir muito longe. Ora, as leis não deixam de ser regras de controle social. Sem elas, como nos asseguraríamos (teoricamente pelo menos) que a justiça seja feita? É seguro dizer também que existem regras em todas as nossas relações sociais, sejam elas formais, como o manual de conduta de um colégio, como informais e para além das instituições, como a moral. A ideia do Wikipédia, por exemplo, é a de uma enciclopédia livre, mas isso não quer dizer que a Wikipédia não possua regras. Quem já tentou postar ou alterar um artigo lá sabe do que estou falando. Entretanto, as regras do Wikipédia não são uma restrição da liberdade, mas sim uma maneira de assegurar o bom funcionamento da ferramenta. A questão da liberdade aí é a seguinte: você tem a liberdade de alterar artigos no Wikipédia, mas, para isso, deve aceitar nossas regras, deve saber jogar o nosso jogo. Se eu tenho um blog, quem for comentar nele deve aceitar as minhas regras, assim como quem irá jogar xadrez pela primeira vez deve aceitar as regras do jogo.
Pensamento do dia
Não creio, no sentido filosófico do termo, na liberdade do homem. Todos agem não apenas sob um constrangimento exterior mas também de acordo com uma necessidade interior.
Albert Einstein
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